Jonas e o conteúdo da sua oração

 

“Quando, dentro de mim, desfalecia a minha alma, eu me lembrei do Senhor; e subiu a ti a minha oração no teu santo templo” (Jonas 2.7)

 

  1. Jonas reconheceu que o que ele estava passando era disciplina do Senhor (v.3) - “Pois me lançaste no profundo, no coração dos mares e a corrente das águas me cercou”. 

  2. Jonas demonstra profunda admiração e amor pelo templo do Senhor em Jerusalém (v.4) - “lançado estou de diante dos teus olhos; tornarei, porventura, a ver o teu santo templo?” 

  3. Jonas reconheceu que foi o Senhor que o preservou no ventre do peixe e que o salvou da morte (v.6) - “fizeste subir da sepultura a minha vida, ó Senhor, meu Deus!” 

  4. Jonas reconhece a misericórdia de Deus (v.8) - “Os que se entregam à idolatria vã abandonam aquele que lhes é misericordioso”. 

  5. Jonas demonstra sua volta pra Deus de quatro maneiras:

    1. Elevando sua voz em agradecimento (v.9);

    2. Oferecendo sacrifícios a Deus (v.9);

    3. Pagando os seus votos diante do Senhor (v.9);

    4. Reconhecendo que a salvação vem de Deus (v.9).

     Jonas errou, mas na sua oração, quando foi levado a orar pelo próprio Senhor, ele revelou a sua teologia. Toda prática acompanha uma crença. Ele acreditava na justiça/disciplina de Deus, (na antiga dispensação) que o Templo era o lugar onde Deus se manifestava, que Deus preserva e salva, que é misericordioso. Jonas se reconciliou com Deus e passou a agradecê-Lo, a exaltá-Lo, a cumprir a sua palavra diante de Deus (que ele havia quebrado) e a entender que a salvação pertence a Deus e Ele salva quem quer, até os Ninivitas. 

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